Princesas piruescas! haha
Hj resolvi postar esse vídeo. Eu adooro essa música! A voz da cantante é perfeita, mas o q me encanta mesmo é o ritmo. Um som envolvente...
Na verdade a canção serve para quando as senhoritas quiserem tirar aquele tempinho para o espelho admirar vossas silhuetas.
Logo, a auto-estima finalmente aparece!
Pelo menos a minha auto-estima fica na minha altura ( q haha) ;D
http://www.youtube.com/enloucrescente#p/f/42/yF-GvT8Clnk
Feito para confissões das confusas ações que regem o universo paralelo unicamente por nós entendido e articulado! Que as nossas articulações se juntem a fim de pertubar, ou perfumar, o ambiente- mesmo que seja através de floreios! Apresento-vos o blog que é a re-present-ação da nossa união!
A Piruesca recomenda
Não esqueçam de retirar a maquiagem antes de dormir e desmascarar rostos fingidos.
Experimentem começar por si mesmas.
Experimentem começar por si mesmas.
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Esclarecimentos acerca da auto-suficiência
http://www.youtube.com/watch?v=ftcqvwECqhc
Leitoras anônimas! Há tempos escutei essa música num filme nacional, um dia desses -do nada- lembrei da letra, eis:
Kátia B - Só deixo meu coração
Só deixo meu coração
Na mão de quem pode
Fazer da minha alma
Suporte pr’uma vida insinuante
Insinuante
Anti-tudo que não possa ser
Bossa-nova hardcore
Bossa-nova nota dez
Quero dizer
Eu tô pra tudo nesse mundo
Então
Só vou deixar meu coração
A alma do meu corpo
Na mão de quem pode
Na mão de quem pode e absorve
Todo céu
Qualquer inferno
Inspiração
De mutação
Da vagabunda intenção
De se jogar na dança absoluta
Da matança do que é tédio
Conformismo
Aceitação
Do fico aqui
Vou te levando
Nessa dança
Submundo pode tudo do amor (pode tudo do amor)
Porque não quero teu ciúme que é o cúmulo
Ciúme é acúmulo de dúvida, incerteza
De si mesmo
Projetado
Assim jogado
Como lama anti-erótica
Na cara do desejo mais
Intenso de ficar com a pessoa
E eu não tô à toa
Eu sou muito boa
Eu sou muito boa pra vida
Eu sou a vida oferecida como dança
E não quero te dar gelo
Jealous guy
Vê se aprende
Se desprende
Vem pra mim que sou esfinge do amor
Te sussurrando
Decifra-me (decifra-me)
Eu tô pra tudo nesse mundo
Absorvo todo céu
Qualquer inferno
Vê se aprende
Se desprende
Só deixo minha alma
Só deixo meu coração
Na mão de quem ama solto
Eu vou dizendo
Que só deixo minha alma
Só deixo meu coracão
Na mão de quem pode
Fazer dele erótico suporte
Pra tudo que é ótimo fator vital"
Leitoras anônimas! Há tempos escutei essa música num filme nacional, um dia desses -do nada- lembrei da letra, eis:
Kátia B - Só deixo meu coração
Só deixo meu coração
Na mão de quem pode
Fazer da minha alma
Suporte pr’uma vida insinuante
Insinuante
Anti-tudo que não possa ser
Bossa-nova hardcore
Bossa-nova nota dez
Quero dizer
Eu tô pra tudo nesse mundo
Então
Só vou deixar meu coração
A alma do meu corpo
Na mão de quem pode
Na mão de quem pode e absorve
Todo céu
Qualquer inferno
Inspiração
De mutação
Da vagabunda intenção
De se jogar na dança absoluta
Da matança do que é tédio
Conformismo
Aceitação
Do fico aqui
Vou te levando
Nessa dança
Submundo pode tudo do amor (pode tudo do amor)
Porque não quero teu ciúme que é o cúmulo
Ciúme é acúmulo de dúvida, incerteza
De si mesmo
Projetado
Assim jogado
Como lama anti-erótica
Na cara do desejo mais
Intenso de ficar com a pessoa
E eu não tô à toa
Eu sou muito boa
Eu sou muito boa pra vida
Eu sou a vida oferecida como dança
E não quero te dar gelo
Jealous guy
Vê se aprende
Se desprende
Vem pra mim que sou esfinge do amor
Te sussurrando
Decifra-me (decifra-me)
Eu tô pra tudo nesse mundo
Absorvo todo céu
Qualquer inferno
Vê se aprende
Se desprende
Só deixo minha alma
Só deixo meu coração
Na mão de quem ama solto
Eu vou dizendo
Que só deixo minha alma
Só deixo meu coracão
Na mão de quem pode
Fazer dele erótico suporte
Pra tudo que é ótimo fator vital"
sábado, 17 de outubro de 2009
Desconexões
Sabe, antes eu ficava preocupada sobre o fato que eu tinha q saber muito. Sobre tudo. Aprofundado. A respeito de qualquer assunto que seja. Afinal, a qualquer momento eu poderia me deparar com alguma situação em que isso fosse necessário. Tradução: A qualquer momento, eu poderia tropeçar numa das pedras do meu caminho e querer que ela não largue o meu pé. Agora sem metáforas: meus conhecimentos gerais seriam úteis na abordagem de um potencial candidato a “X da questão”. Até que um bom papo com alguém provou que isso é importante, mas não motivo de neura, tipo: “Eu tenho que ser inteligente/ Tenho que ser/ Tenho que/ Tenho!
A conversa tida me fez pensar que toda aquela obsessão em ser mil e uma coisas (a fim de atrair, claro) era apenas o reflexo da típica auto-estima declinante. Refleti a respeito de minhas posições - meio conservadoras, confesso. Isso porque o papo simplesmente fluiu. Sobretudo pelos meus esforços em realizar freqüentes perguntas (responsáveis por não deixar o diálogo morrer) e a minha confiança se colocado num patamar mais elevado. Essa estratégia funciona bem, mesmo porque eu não tenho a sorte de me encontrar com caras com quem eu possa por em prática o que absorvo com empenho (se ás vezes penso que tive a sorte, percebo a não reciprocidade na intenção – o que é super broxante, por sinal haha – aí eu logo desencano, ou seria desencanto?). Logo, não é necessário ser a Mônica do Eduardo (Renato Russo), que sabia coisas sobre o céu, a terra, a água e o ar.
Enfim, tudo poderia terminar bem com essa tática infalível, pois, visto que as pessoas adoram quem esteja interessado nelas – e eu aparento (na maioria das vezes realmente estou) o almejado “percebam-me” (lê-se interesse); o resultado é: os seres simpatizam por mim. E eu gosto disso. ^^
Só há uma coisa que me incomoda: como o capitalismo chegou ao ponto de conseguir monopolizar até mesmo a comunicação?! =O Em outras palavras, as pessoas estão tão preocupadas em falar de si próprias que se esquecem de fazer perguntinhas pra mim também =/ E, como eu sou uma pessoa, eu gosto de falar de mim, mesmo porque o interlocutor precisa conhecer o quão sou interessante (e modesta, claro haha).
Bastaria repetir as mesmas perguntas q eu fiz! (olhe q eu adoro originalidade! – pra ver como anda the situation) É um saco isso, sério. A ponto de me fazer ter nostalgia de uma pessoa que soube fazer isso muito bem. Quando a gente se conheceu, horas voaram em velocidade supersônica, o diálogo, a princípio, contou com as surpresas de identificação e seguiu para assuntos artísticos-culturais-informacionais. Simplesmente não existiu quem dominasse a mensagem (essa extinção de propriedade me soa tão socialista), os dois falavam -e ouviam- numa sincronia típica de uma sinfonia, um admirando a própria imagem e semelhança no outro: “Poxa, que difícil encontrar alguém que também goste disso”. Não há nada mais sedutor que um diálogo bem encaixado. Ponto.
Anhbsdhagsdkahsdkj xô, devaneios!
Preocupação besta a minha do começo, a maior parte dos homens (não disse todos) é tão prepotente que sequer se importa com o que a garota tem a oferecer de conteúdo. Pelo contrário, quanto mais submissa, melhor. Assim, eles podem ter seus egos massageados e permanecerem confortáveis. Em suas mãos, o “controle” da situação.
Claro, os mais encantadores confirmam preferência por “mulheres de atitude”. Pode ser.
Resta a pergunta:
Até onde essa “atitude” vai? Aonde ela termina?
O Ministério da saúde mental adverte: acontecimentos revoltantes podem causar textos emocionados ou desracionalizados.
Ao persistirem os sintomas, durma. Já são 4 da manhã e você vai acordar daqui a algumas horas.
A conversa tida me fez pensar que toda aquela obsessão em ser mil e uma coisas (a fim de atrair, claro) era apenas o reflexo da típica auto-estima declinante. Refleti a respeito de minhas posições - meio conservadoras, confesso. Isso porque o papo simplesmente fluiu. Sobretudo pelos meus esforços em realizar freqüentes perguntas (responsáveis por não deixar o diálogo morrer) e a minha confiança se colocado num patamar mais elevado. Essa estratégia funciona bem, mesmo porque eu não tenho a sorte de me encontrar com caras com quem eu possa por em prática o que absorvo com empenho (se ás vezes penso que tive a sorte, percebo a não reciprocidade na intenção – o que é super broxante, por sinal haha – aí eu logo desencano, ou seria desencanto?). Logo, não é necessário ser a Mônica do Eduardo (Renato Russo), que sabia coisas sobre o céu, a terra, a água e o ar.
Enfim, tudo poderia terminar bem com essa tática infalível, pois, visto que as pessoas adoram quem esteja interessado nelas – e eu aparento (na maioria das vezes realmente estou) o almejado “percebam-me” (lê-se interesse); o resultado é: os seres simpatizam por mim. E eu gosto disso. ^^
Só há uma coisa que me incomoda: como o capitalismo chegou ao ponto de conseguir monopolizar até mesmo a comunicação?! =O Em outras palavras, as pessoas estão tão preocupadas em falar de si próprias que se esquecem de fazer perguntinhas pra mim também =/ E, como eu sou uma pessoa, eu gosto de falar de mim, mesmo porque o interlocutor precisa conhecer o quão sou interessante (e modesta, claro haha).
Bastaria repetir as mesmas perguntas q eu fiz! (olhe q eu adoro originalidade! – pra ver como anda the situation) É um saco isso, sério. A ponto de me fazer ter nostalgia de uma pessoa que soube fazer isso muito bem. Quando a gente se conheceu, horas voaram em velocidade supersônica, o diálogo, a princípio, contou com as surpresas de identificação e seguiu para assuntos artísticos-culturais-informacionais. Simplesmente não existiu quem dominasse a mensagem (essa extinção de propriedade me soa tão socialista), os dois falavam -e ouviam- numa sincronia típica de uma sinfonia, um admirando a própria imagem e semelhança no outro: “Poxa, que difícil encontrar alguém que também goste disso”. Não há nada mais sedutor que um diálogo bem encaixado. Ponto.
Anhbsdhagsdkahsdkj xô, devaneios!
Preocupação besta a minha do começo, a maior parte dos homens (não disse todos) é tão prepotente que sequer se importa com o que a garota tem a oferecer de conteúdo. Pelo contrário, quanto mais submissa, melhor. Assim, eles podem ter seus egos massageados e permanecerem confortáveis. Em suas mãos, o “controle” da situação.
Claro, os mais encantadores confirmam preferência por “mulheres de atitude”. Pode ser.
Resta a pergunta:
Até onde essa “atitude” vai? Aonde ela termina?
O Ministério da saúde mental adverte: acontecimentos revoltantes podem causar textos emocionados ou desracionalizados.
Ao persistirem os sintomas, durma. Já são 4 da manhã e você vai acordar daqui a algumas horas.
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