Ai Ai
Eu sou fã de Jorge Ben Jor!
As melodias são uma delícia, transmitem uma sensação gostosa, um som que proporciona aos ouvintes um prazer em dimensões proporcionais, as letras fazem qualquer garota esquecer as cólicas e se sentirem a Sissi - ou Carolina Carol Bela!
É uma música que põe num nível alto a auto-estima, auto-confiança- automaticamente. Surreal.
Além dos outros temas também, né, mas como eu necessito recarregar essas baterias com frequência, eu sou mais fã desse tipo de combustível...
Inclusive o álbum "Africa Brasil" foi eleito um dos 50 coolest albums of all time, 22 - pra ser precisa, cirurgicamente.
Outro Jorge, o Seu Jorge, também é outro que sabe elevar a auto-estima...
E haja Carolinas!
Sabe, vou confessar uma coisa. Tem uns caras que podem ser feios, feíssimos, mas se tiverem uma voz máscula... Dessas tipo Seu Jorge ou Elvis Presley em "Heartbroken hotel" ou o cantor de "She" might be the girl...
Eu fico abismada como ainda há brasileiros que não conhecem a própria música e, por esse preconceito, literalmente, não curtem ou ouvem só o que passa nas rádios - na maioria, música pop trash americana (um saco!)
Porcaria de Lady vulgar Gaga!
vejam:http://www.youtube.com/watch?v=tvScd-m2sBw
Feito para confissões das confusas ações que regem o universo paralelo unicamente por nós entendido e articulado! Que as nossas articulações se juntem a fim de pertubar, ou perfumar, o ambiente- mesmo que seja através de floreios! Apresento-vos o blog que é a re-present-ação da nossa união!
A Piruesca recomenda
Não esqueçam de retirar a maquiagem antes de dormir e desmascarar rostos fingidos.
Experimentem começar por si mesmas.
Experimentem começar por si mesmas.
sábado, 18 de julho de 2009
sexta-feira, 10 de julho de 2009
CinderELA
Ai, tanto tempo que não blogo aqui, que saudade! Bom apetite:
Na segunda-feira de manhã, Ela pôs o polegar direito no leitor digital e sorriu, com a boca, lábios e olhos –de peroba- para os três rapazes boquiabertos com a presença dEla; acrescentou um “Bom dia”,elegante tal qual um “Bon Jour”e, observando a tentativa dos caras em responder a automática resposta que as pessoas respondem quando alguém as cumprimenta, Ela imaginou três patetas e riu internamente, aumentando ainda mais a aura que emitia naquele dia.
Ela sabe quem é. Possui uma personalidade marcante, sabe atuar- quando necessário- e aturar também – se necessário. Não é só a beleza da sua cor, das suas formas de fruto proibido, do rosto angelical ou dos charmosos caracóis que a tornam um pecado, uma tentação. Desproporcionalmente, a própria pureza de espírito a faz flutuar até chegar aos balões de pensamento que enovelam as mentes masculinas: um ninho de imagens, intenções (indecentes) e modos de chegarem junto num xaveco – bom ou mal articulado- modos doidos para alçarem vôo; mas Ela os encabula, apesar do sorriso doce apimentado, ou melhor, acompanhado, pelo olhar caliente.
Na terça-feira de manhã, Ela voa, quer dizer, vai novamente pra academia. Agora as admirações silenciosas intensificam-se, Ela poderia até ficar constrangida, mas nananinanã, Ela gosta disso. Acho que Ela deve se sentir que nem aquelas mulheres toscas que põem uma minimicro-saia e saem na frente de alguma construção. Mas os pedreiros da personagem, Ela, são bem melhores. A propósito, agora eles fazem o primeiro contato, um interrompe-a em pleno exercício; outro se aproxima quando Ela está sem fôlego, faz uma pergunta retórica (“Tudo certinho?) e sai pra entrar numa rodinha de mais iguais pra comentar aos sussurros (Ela escuta tudo, ajudada pela sua capacidade de leitura labial) que tentou se aproximar blablablablabla (ruídos que Ela não entendeu) e a conclusão dos caras que Ela é séria. Séria?! Ela?! Não a levem tão a sério.
Até que um se chega e tenta um diálogo sustentável sustentado por um flerte, não tão fatal, mas que chama atenção dEla porque ele foi capaz de conduzí-la para uma sala mais reservada, Ela, encantada por não conseguir tirar os olhos dele, foi e...
Ei! Tô mentindo, acabei por revelar a vontade oculta de Ela, mas não a realidade, é que esse jogo de detetive acaba me confundindo de um jeito que não sei mais o que é ação, sensação, imaginação – mas eu tô muito são! Prosseguindo...
Ela sabe que o divertido é fazer com que os dois dominem o mistério, a expectativa e, apesar de Ela ter certeza que ele está louquinho pra saciar a sede, Ela não vai ceder – agora. Pode parecer que Ela é uma estraga-prazer, mas Ela conhece que é pro bem dEla, nem tanto dele, ele que não se responsabiliza pelos atos impulsivos pergunta de onde vem tanta energia dEla, já que desde que chegou, não parou um segundo sequer; Ela responde um simples “Sei dizer não, acordei assim” e se despede (ele gostaria que Ela se despisse), deixando para trás gente falando – e olhando- por trás.
Ela que não é carioca, mas todos olham o jeitinho dEla andar, olham o jeitinho dEla falar, olham o jeitinho dEla dançar, olham o jeitinho dEla paquerar, olha o jeitinho dEla, olham o jeitinho dEla...
Até que um pergunta ao atrevido: - “Quem é ela?”
- Ela? Ela é puro Êxtase.
E é por estas e outras coisas que eu adapto: “Os muito tímidos que me perdoem, mas atitude é fundamental”.
Na segunda-feira de manhã, Ela pôs o polegar direito no leitor digital e sorriu, com a boca, lábios e olhos –de peroba- para os três rapazes boquiabertos com a presença dEla; acrescentou um “Bom dia”,elegante tal qual um “Bon Jour”e, observando a tentativa dos caras em responder a automática resposta que as pessoas respondem quando alguém as cumprimenta, Ela imaginou três patetas e riu internamente, aumentando ainda mais a aura que emitia naquele dia.
Ela sabe quem é. Possui uma personalidade marcante, sabe atuar- quando necessário- e aturar também – se necessário. Não é só a beleza da sua cor, das suas formas de fruto proibido, do rosto angelical ou dos charmosos caracóis que a tornam um pecado, uma tentação. Desproporcionalmente, a própria pureza de espírito a faz flutuar até chegar aos balões de pensamento que enovelam as mentes masculinas: um ninho de imagens, intenções (indecentes) e modos de chegarem junto num xaveco – bom ou mal articulado- modos doidos para alçarem vôo; mas Ela os encabula, apesar do sorriso doce apimentado, ou melhor, acompanhado, pelo olhar caliente.
Na terça-feira de manhã, Ela voa, quer dizer, vai novamente pra academia. Agora as admirações silenciosas intensificam-se, Ela poderia até ficar constrangida, mas nananinanã, Ela gosta disso. Acho que Ela deve se sentir que nem aquelas mulheres toscas que põem uma minimicro-saia e saem na frente de alguma construção. Mas os pedreiros da personagem, Ela, são bem melhores. A propósito, agora eles fazem o primeiro contato, um interrompe-a em pleno exercício; outro se aproxima quando Ela está sem fôlego, faz uma pergunta retórica (“Tudo certinho?) e sai pra entrar numa rodinha de mais iguais pra comentar aos sussurros (Ela escuta tudo, ajudada pela sua capacidade de leitura labial) que tentou se aproximar blablablablabla (ruídos que Ela não entendeu) e a conclusão dos caras que Ela é séria. Séria?! Ela?! Não a levem tão a sério.
Até que um se chega e tenta um diálogo sustentável sustentado por um flerte, não tão fatal, mas que chama atenção dEla porque ele foi capaz de conduzí-la para uma sala mais reservada, Ela, encantada por não conseguir tirar os olhos dele, foi e...
Ei! Tô mentindo, acabei por revelar a vontade oculta de Ela, mas não a realidade, é que esse jogo de detetive acaba me confundindo de um jeito que não sei mais o que é ação, sensação, imaginação – mas eu tô muito são! Prosseguindo...
Ela sabe que o divertido é fazer com que os dois dominem o mistério, a expectativa e, apesar de Ela ter certeza que ele está louquinho pra saciar a sede, Ela não vai ceder – agora. Pode parecer que Ela é uma estraga-prazer, mas Ela conhece que é pro bem dEla, nem tanto dele, ele que não se responsabiliza pelos atos impulsivos pergunta de onde vem tanta energia dEla, já que desde que chegou, não parou um segundo sequer; Ela responde um simples “Sei dizer não, acordei assim” e se despede (ele gostaria que Ela se despisse), deixando para trás gente falando – e olhando- por trás.
Ela que não é carioca, mas todos olham o jeitinho dEla andar, olham o jeitinho dEla falar, olham o jeitinho dEla dançar, olham o jeitinho dEla paquerar, olha o jeitinho dEla, olham o jeitinho dEla...
Até que um pergunta ao atrevido: - “Quem é ela?”
- Ela? Ela é puro Êxtase.
E é por estas e outras coisas que eu adapto: “Os muito tímidos que me perdoem, mas atitude é fundamental”.
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