Alterando novamente o post pensando já há algum tempo
e, talvez mais comovente,
Faço uma pausa para blogar sobre um (típico?) acidente
Certa vez eu estava no salão de beleza, lendo as revistas de beleza do salão, quando parei numa página em que a modelo estava usando uma maquiagem bem chamativa. Eu adoro tudo que é chamativo (quando eu capto algo assim, aparecem chamas nos meu olhos =P), por isso tratei de decorar o lápis azul turquesa que dava o "tchan" do visual, claro que com o objetivo de depois um desses me decorar! Que seja...
Ontem, a minha twin estava a xeretar meus porta-trecos e achou um lápis retrátil de cor marrom, mas num tom que parecia barro vermelho, desses que os nossos índios usavam para pintar seus corpos em comemorações ou em guerras.
Então, meu cérebro decodificou a mensagem e associou a ferramenta ao episódio no salão, que estava inativo -mas guardado em algum compacto compartimento;certo, eu tive a errante idéia de passar o achado nas partes inferior e superior de meus castanhos olhos, na espectativa que sairia por aí arrasando, ou melhor, arrastando olhares como ímã! "Poxa, quanta atitude!"
Tal fascínio me subiu à cabeça, tratei logo de libertar meu leão aprisionado na jaula que é meu apê e saí flutuando selva a fora, que altitude!
Pois é, mas a queda foi tão instantânea quanto a ascensão, tudo bem, eu sei que o momento em que alguém está no auge parece uma fração de segundo enquanto que na realidade podem ser até séculos.
Assim foi na época do Império Romano, na Idade Medieval (ou vocês acham que o tédio, a mesmice do nascer-crescer-viver-morrer das gerações soprou-afinal, o tempo voa- lento para o clero ocioso?), de maneira análoga aconteceu no Egito Antigo(mas aqui apenas os nomes mudam: feudo-nomos, o tempo voa para a elite faraônica enquanto os servos-camponeses-felás convivem num mormaço abafado como o q a coroa portuguesa teve de enfrentar em sua fuga para os trópicos na qual os navios que transportavam os portugas atrasaram o desembarque dos "ora pois", mais atraso até que "os ventos da mudança" mudassem o tempo...)-sugiro recomeçar a leitura entre o antepenúltimo e o penúltimo parênteses- nos séculos de mamata da nobreza européia, idêntica maneira é a corrupção brasileira- " Mas já descobriram? O mensalão não durou nem 666 meses!"
Ufa! Expiros...
Após esse confuso parênteses interminável e desnecessário, retomo:
Pois é, mas a queda foi tão instantânea quanto a ascensão.
Já no elevador notei que o visual não estava tão eletromagnetizado, na verdade eu havia insistido para a twin fazer o make-up a fim de eu mesma me surpresear. É...eu realmente me surpreendi, eu parecia emaconhada, mas a vermelhidão não estava no globo ocular e sim no contorno das "janelas da minha alma", imaginem. O desânimo deu lugar ao sentimento de curiosidade, meio que "será q eu chocaria os pedrestes que estariam no meu caminho?"
Assim que eu cruzei a avenida da rua que fecha aos domingos notei que o céu não continha o azul-celeste próprio do verão de Maceió, mas um cinzento deprimentemente desistimulante.
Mesmo assim parei para contemplar a paisagem, a brisa suave tratou de carregar grãos de areia para a luz dos olhos meus, por causa dessas coisinhas insignificantes eu coçei meu olho e continueu a caminhada sem rumo. Estava à tôa na vida, resolvi me admirar no vidro de um carro por ali estacionado...
Inacreditavelmente, partes do pigmento desagregaram-se do local em que estavam, elas simplesmente migraram -sem visto nem nada, ai seu eu fosse a União Européia!- para a região em que eu costumo apresentar olheiras(ótimo, oi, eu sou um panda exótico!) à primeira vista, eram crecas, perebas, cancros(cânceres-de pele, no caso), quis voltar pra jaula a fim de poupar os demais da visão da fera ferida-sem hipérboles- até que começou a chover um chuvisco como aviso, corri. O porteiro do prédio se assustou, o elevador demorou, fui subir pela escada, o suor se misturou à chuva, agora só faltava o choro(tô escrevendo isso falando comigo mesma no mesmo tom de voz que Chico Buarque usa em "Geni e o Zepelim").
Cheguei no cárcere, olhei-me no espelho...
sdkjfisdlhflksdhfiosdyfilsdjfoufsjlçjlçj
Chorei sangue!Uau!
A twin, que tinha ficado observando tudo pela varanda, veio me avisar q tinha quebrado o maledito:
-Sua mãe não vai brigar não?
-Naada. Ela nem sabe q isso existe, no mínimo deve ter comprado pensando que era lápis para a boca!
-E não é?
Aí eu leio palavrinhas minúsculas, quase insignificantes:
Lápis retrátil para lábios
Massa.
Feito para confissões das confusas ações que regem o universo paralelo unicamente por nós entendido e articulado! Que as nossas articulações se juntem a fim de pertubar, ou perfumar, o ambiente- mesmo que seja através de floreios! Apresento-vos o blog que é a re-present-ação da nossa união!
A Piruesca recomenda
Não esqueçam de retirar a maquiagem antes de dormir e desmascarar rostos fingidos.
Experimentem começar por si mesmas.
Experimentem começar por si mesmas.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
Mulheres no topo da árvore

O post que eu havia planejado foi adiado(por tempo determinado) devido ao meu atual estado de espírito, tradução: devido ao meu atual estágio de carência que há tempos clama por qualquer porcaria motivadora.
No meu caso, qualquer porcaria não é suficiente pra sarar o meu incômodo, portanto tratei de procurar um texto que acredito que todo mundo se não necessitou ainda, necessitará um dia:
As Melhores Mulheres pertencem aos homens mais atrevidos. Mulheres são como maçãs em árvores. As melhores estão no topo. Os homens não querem alcançar essas boas, porque eles têm medo de cair e se machucar. Preferem pegar as maçãs podres que ficam no chão, que não são boas como as do topo, mas são fáceis de se conseguir. Assim, as maçãs no topo pensam que algo está errado com elas, quando na verdade, ELES estão errados... Elas têm que esperar um pouco mais para o homem certo chegar... aquele que é valente o bastante para escalar até o topo da árvore.
Machado de Assis
Vou dormir agora, um remédio quase sempre eficiente pra depressão injustificada...Será mesmo injustificada? Caso não seja, com certeza injusta ela é.
Acho que vou dormir em posição fetal, no caso de lembra-me do afeto por mim recebido no útero materno...
Que ele acalente
Meu sonho mais inocente
Na esperança de um recomeço corajoso
Depois do tropeço
Ai! Que meloso!
That´s all...
quinta-feira, 1 de janeiro de 2009
Futilidade X Frutilidade

Um blog para piruetas!
Isso mesmo: P-i-r-u-e-t-a-s
Toda graça das bailarinas
Isso mesmo: P-i-r-u-e-t-a-s
Toda graça das bailarinas
Todo charme das ginastinas
Concretiza-se no movimento rotacional da silhueta sobre o eixo alicerçado nas pontas dos pés
No balé...pirueta
No blog...Blog de piruas? Talvez
Acima de tudo
Um blog projetado, arquitetado,construído,rebocado e retocado
*Por aquelas que cansaram de executar piruetas surpreendentes -no espaço sideral;
*Por aquelas que se esforçam em preencher o vácuo criado por certas vacas;
*Por aquelas que compartilham a encantadora visão femininamente delicada do mundo real;
*Por aquelas que, antes de tudo - ou antes de mais nada- procuram diversão até quando o mundo está upside-down;
*Praquelas que se perguntam também pra quê desperdiçar vida quando há tanto pra fazer- em tudo-mudo-todo-mundo
*Praquelas que não estão à tôa
Concretiza-se no movimento rotacional da silhueta sobre o eixo alicerçado nas pontas dos pés
No balé...pirueta
No blog...Blog de piruas? Talvez
Acima de tudo
Um blog projetado, arquitetado,construído,rebocado e retocado
*Por aquelas que cansaram de executar piruetas surpreendentes -no espaço sideral;
*Por aquelas que se esforçam em preencher o vácuo criado por certas vacas;
*Por aquelas que compartilham a encantadora visão femininamente delicada do mundo real;
*Por aquelas que, antes de tudo - ou antes de mais nada- procuram diversão até quando o mundo está upside-down;
*Praquelas que se perguntam também pra quê desperdiçar vida quando há tanto pra fazer- em tudo-mudo-todo-mundo
*Praquelas que não estão à tôa
Que são muito boa
Que são a vida em forma de dança!
**Ah! E compartilham da mesma natureza- seja Eva, seja Afrodite- Todas sangram!
& Porque a vida é assim: Nós sobre
-
vivemos
Na poesia concreta de nossas curvas...perigosas?!
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